Deixei o blogue em pausa como quem apaga a luz sem fechar a porta; entretanto, o ruído fez o que faz e cresceu, mas os blogues ainda existem e, hoje, fazem mais sentido, porque não pedem licença ao algoritmo, não vivem de gritos e dão tempo ao pensamento: um farol pequeno, mas teimoso, que respira devagar e fica quando tudo o resto passa; e janeiro vem de Jano, duas faces, uma para o passado e outra para o futuro, o mês do recomeço — no fundo, isto está tudo ligado.

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