Ontem registou-se o maior número de mortes por efeito do coronavírus e entre os mortos de quinta-feira estava o Dr. Li Wenliang, The whistleblower doctor who fell victim to China's coronavirus, o médico de Wuhan que, por ter avisado os seus amigos de que haveria um novo vírus na zona, foi inicialmente ameaçado pela polícia chinesa. A sua morte é um problema. Como conta o The Guardian, em 'Hero who told the truth': Chinese rage over coronavirus death of whistleblower doctor: “The outpouring of grief quickly turned into demands for freedom of speech, but those posts were swiftly censored by China’s cyber police. The trending topic “#we want freedom of speech” had nearly 2m views on Weibo by 5am local time, but was later deleted. The phrase “#Wuhan government owes Dr Li Wenliang an apology” also attracted tens of thousands of views before it too disappeared.” Há muitas perguntas a fazer quando uma epidemia atinge uma ditadura, mas este caso é a demonstração mais evidente de que o regime chinês não conta, desde o início, a verdade toda. O Financial Times alerta para isso em Coronavirus: the cost of China’s public health cover-up, enquanto prosseguem, normalmente, as comemorações do ano novo chinês...
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