Júlio Verne
“Uma vez por outra, quando estava de maré [o pai], nos fazia rir com breves entremezes doseu repertório. Na sua biblioteca, além das obras de Júlio Verne (08.02.1828 — 24.03.1905), algumas de Camilo, folhetins em grandes volumes ilustrados ou as colecções romanescas no tipo “Horas de Leitura”, abundavam os dramas e comédias mais ou menos populares. Comecei muito novo a devorar tudo isso. Pelos folhetins com ilustrações conservo um fraco inextinguível. Melhor diria: uma verdadeira gratidão, tanto prazer me dava acompanhar pelas estampas os enredos e personagens que o texto me ia oferecendo.”
José Régio, Confissão Dum Homem Religioso, INCM, 2001, p. 40.
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