A função da arte e da literatura nunca é descansar
«Se eu tiver um dia sempre virado para fora, nunca estando sozinho, sinto que o dia não existiu, o que é estranho. Por outro lado, sinto-me sugado na minha energia. Tenho uma necessidade desse silêncio, desse isolamento. Neste século XXI, e nas grandes cidades, deveriam ser direitos básicos o estar sozinho e em silêncio e o estar desligado. Parece que não há confiança na capacidade de resistir à própria tristeza, à melancolia, à nostalgia, ao aborrecimento.»
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