No Egipto, as bibliotecas eram chamadas ''Tesouro dos Remédios da Alma''. De facto, é pouco prudente discordar que é nelas que se cura a ignorância, a mais perigosa das enfermidades e a origem de todas as outras. Ora, não importa a nossa pouca autoestima (exceto no futebol), pois sempre que os jornais internacionais publicam listas das mais belas bibliotecas do mundo, é certo que nesse clube exclusivo há, pelo menos. um membro português. Ou três. Desta vez, o pretexto é o mais recente ranking seja um livro — The World’s Most Beautiful Libraries (Taschen, 2018). As nossas três maiores riquezas, ali identificadas são: (1) o Real Gabinete Português de Leitura, no Rio de Janeiro; (2) a Biblioteca Joanina, em Coimbra; (3) e a do Palácio-Convento de Mafra. Em todas elas temos imensas dificuldades orçamentais, mas ao lado de cada uma, um jardim. Isto quer dizer, portuguesas e portugueses, temos tudo.
Real Gabinete Português de Leitura (Rio de Janeiro)
|
Biblioteca Joanina (Coimbra)
|
Palácio-convento de Mafra
|



Sem comentários:
Enviar um comentário